Banco Nacional da Austrália de Halógenos
Antecedentes

Cilindros pequeños para decantar en
tanques de armazenamento
Austrália, junto com muitos outros países, é um dos signatário do Protocolo de Montreal, um tratado internacional para eliminar o uso de produtos químicos que esgotam o ozônio.
Para cumprir com suas obrigações perante o Protocolo de Montreal, o governo australiano estabeleceu, em 1993, um esquema nacional para a coleta de halógeno. Posteriormente, o Banco Nacional e Facilidade de Destruição de Halógeno foi estabelecido em 1996. A destruição de halógenos e os CFC em dito banco, é feito através de um contrato do governo australiano com BCD Technologies Pty Ltd, usando a unidade original PLASCON® de SRL Plasma Pty Ltd.
Resíduos tratados
Os halógenos e os CFC são por primeira vez decantados das pequenas embarcações para grandes tanques de armazenamento, antes de serem bombeados à unidade PLASCON® para serem destruídos. Muitas misturas diferentes de CFC podem ser destruídas em qualquer momento, com a unidade de PLASCON®, ajustando-se automáticamente às mudanças da composição da alimentação da unidade.
Bastidor de teste de plasma de CSIRO/SRL usado para a destruição de substância que esgotam o ozônio.
Química
A continuação um exemplo da descomposição química de uma substância que esgota o ozônio:
Não requer chama pois há sufuciente oxigênio nas entradas do processo para favorecer a formação de dióxido de carbono sobre o monóxido de carbono.
Eficiência operacional
A destruição comercial dos ODS começou a princípios de 1997 e, em menos de 3 anos mais de 1,000 toneladas de material foi destruído. O halógeno pode ser destruído a uma taxa média de 115 kg/h, atingindo uma eficiência de destruição (DE) superior ao 99.9999%. Quando o volume de residuos o permitiu, a unidade funcionou as 24 horas do día, com capacidade para troca geral de monitoração e manutenção. A destruição de CFC começõu em 1998, com uma taxa de destruição de 70 kg/h, 24 horas por dia. A eficiência de destruição atingida em 70 Kg/h para CFC é superior a 99,9999%. As emisões de dioxinas e furanos da unidade PLASCON® Tottenham estão abaixo dos limites detectáveis, utilizando o valor padrão de equivalência internacional tóxica (I- EQT).
